
Degradê
Bruno Pacheco, Willem Weismann, Titania Seidl
É de um mundo contemporâneo caracterizado pelo excesso e pelo desperdício que Willem Weismann retira a matéria para o seu trabalho em pintura. Ambientes, casas, personagens, acontecimentos, objectos, são elementos que surgem nas telas, combinados de forma fragmentada e cobertos por cores fortes. Mais do que representar uma realidade, o artista cria enredos nos quais as personagens e os objectos já nada têm a ver com o contexto do qual foram retiradas.
As pinturas de Willem Weismann, que começou o seu percurso em 2001, têm sido consideradas como uma espécie de arqueologia da sociedade contemporânea e do progresso humano, pela atenção dada às suas manifestações materiais, resgatando-as do esquecimento.
Há também uma forma de economia inerente ao trabalho do artista, que integra na pintura elementos que participam no próprio processo. Tudo é aproveitado para a composição, a tela é usada como paleta, os restos de tinta e as marcas da limpeza do pincel vão-se acumulando na superfície do trabalho.

Bruno Pacheco, Willem Weismann, Titania Seidl

Musa paradisiaca, Willem Weismann, Ernesto de Sousa, Titania Seidl, Rita Ruby

Willem Weismann

Luísa Jacinto, Titania Seidl, Musa paradisiaca, Ferràn Garcia Sevilla, Francisco Tropa, Willem Weismann

Willem Weismann, Hugo Canoilas

Artur Barrio, Willem Weismann, Hugo Canoilas
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Willem Weismann

Rigo 23, Kevin van Braak, Hugo Canoilas, Heinz Peter Knes, Paulo Nozolino, Mika Tajima, Francisco Tropa, Willem Weismann

Willem Weismann

Susana Mendes Silva, António Bolota, Zulmiro de Carvalho, Alexandre Estrela, Fernando Lanhas, Candice Lin, João Queiroz, Isabel Ribeiro, Arlindo Silva, Ângelo de Sousa, Sérgio Taborda, Pedro Tropa, Willem Weismann, Christine Fowler








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