
Group Show
Isabel Carvalho, Hugo Canoilas, Ernesto de Sousa, Paulo Nozolino, Musa paradisiaca, Francisco Tropa, Pedro Tropa, Ana Santos
O trabalho de Ana Santos desenvolve-se a partir de uma prática diária de encontro e de acumulação de materiais e objectos.
Cada objecto, cada material, contém em si mesmo a chave da sua solução: é o exercício da prática que permite testar, escolher, alterar, refazer, rejeitar, até finalmente encontrar a solução.
O fazer constitui-se através do exercício e da prática de atelier e opera a partir da relação com os materiais.
O pensamento é pragmático, isto é, procura perceber as qualidades intrínsecas ao material e o modo como elas se resolvem no objecto artístico.
Primeiro, surge o material e depois a solução.
Os materiais não têm uma proveniência fixa, podem vir da rua (objectos encontrados) ou de lojas de materiais de construção.
A escolha de material é baseada no seu comportamento físico, e nas possibilidades daquilo que pode ou não fazer.
O pensamento especulativo interroga as intenções, as motivações e as decisões que orientam o trabalho e o pensamento operativo constrói a relação com os materiais. Os objectos funcionam não como coisas mas como sinais. Os objectos são evocações da forma: são sinais do pensamento sobre o material.
Há uma operação rápida que quer tornar evidente o gesto que a produz.

Isabel Carvalho, Hugo Canoilas, Ernesto de Sousa, Paulo Nozolino, Musa paradisiaca, Francisco Tropa, Pedro Tropa, Ana Santos

Musa paradisiaca, Ana Santos, Ernesto de Sousa, Paulo Nozolino
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Ana Santos

Ana Santos

Ana Santos

Ana Santos










