
Coletiva
Mika Tajima, João Queiroz
Conectando a abstracção geométrica à forma do nosso ambiente construído, o trabalho de Mika Tajima explora a produção do sujeito performativo em espaços onde objectos materiais desenham a acção e a ocupação. Tajima emprega a escultura, a pintura,o vídeo, a música e eventos discursivos, usando frequentemente as contradições inerentes ao design e ao modernismo arquitectónico para realçar o regime hiper-industrial de produção colaborativa e contingente.
Muitas vezes, colabora com outros nomes. Nos seus projectos, a artista já envolveu um filósofo, um bailarino, um orador, um designer, um escritor, um preguiçoso, um vagabundo, um leitor, um divisor, um trabalhador, uma pessoa que afixa cartazes, um realizador, um jogador, um tecelão, um pintor, um fotógrafo e um motorista. Por vezes, Tajima trabalha sob o apelido New Humans. Algumas colaborações recentes incluem Charles Atlas, Vito Acconci, C. Spencer Yeh, Judith Butler, entre outros.







